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CENOGRAFIAS
Pedras. Espaços labirínticos.
Casas abandonadas. Céus. Tetos.
Árvores frondosas. Escadas arrepiadas.
Lugares de mistério que o olhar preenche com o imaginário.
A Arte preenche o espaço – físico, temporal e histórico -, com histórias que a mente e mãos artistas edificam, devagarinho...
Casulos pendurados como ninhos de abelhas, cogumelos e ovos de dinossauro aquecidos em qualquer parque jurássico, larvas fugitivas que esvoaçam para qualquer outro ninho, escuro, silencioso, afastado de olhares curiosos.
Estes seres míticos vivem invisíveis no nosso olhar. Como vultos brancos que ao longe se confundem com uma nuvem verde. Num baloiço, uma menina de cabelos negros, parece dormitar silenciosamente ao sabor do vento. O seu sonho embala o mundo nos contos de fadas, serenamente. Lá no alto, vários homenzinhos espreitam de uma nave espacial...
José Vieira
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